| Login | Crie o seu Jornal Online FREE!

JORNAL DE ITUPORANGA
Desde: 29/06/2013      Publicadas: 152      Atualização: 21/02/2019

Capa |  Agro Negocio  |  Caderno Feminino  |  Coluna Débora Oliveira  |  Noticias  |  Tecnologia  |  Turismo


 Noticias

  05/02/2019
  0 comentário(s)


Aeroporto de Correia Pinto tem novos entraves

 Aeroporto de Correia Pinto tem novos entraves
Serra Catarinense - As tratativas para a construção de um novo aeroporto na Serra Catarinense iniciaram-se em 1998, mas foi em 2002 que começaram as obras 
de construção do Aeroporto Regional do Planalto Catarinense. Passadas duas décadas, a homologação e o início das operações ainda parecem distantes de se tornar realidade.
 
Na semana passada, após uma reunião entre autoridades e representantes do empreendimento, o funcionamento deste aeroporto voltou a ser tema de debate. De acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), para que o Aeroporto de Correia Pinto possa operar voos por instrumentos há necessidade da construção de Resa (sigla em inglês para Áreas de Segurança de Fim de Pista) na cabeceira da pista, e da retirada de talude ao lado da pista de pousos e decolagens.
 
Segundo o coordenador da Comissão de Voos Regionais da Acil, Anderson de Souza, estas condições são novas e passaram a ser exigidas por causa de uma mudança na legislação aeroportuária. “A Resa é um prolongamento de terra no fim da pista que tem que ser maior do que a área atual, por isso, precisa ser adequada para atender à exigência da Infraero”, explica. Segundo ele, o material que será retirado do talude ao lado da pista poderá ser utilizado para a construção da Resa, contudo, só este material não será suficiente.
 
Sobre a homologação, Anderson explica que, inicialmente, o aeroporto recebe autorização para operação visual e, só depois de um período em atividade, recebe a homologação para operar por instrumentos. “Apesar disso, o aeroporto já conta com os equipamentos necessários para operar por instrumentos”, afirma.
 
Anderson ressalta que, além dos apontamentos feitos pela Infraero, há outros problemas de infraestrutura no novo aeroporto, porém, são menores e não interferem no funcionamento. “O prédio carece de reformas, pois tem uma série de avarias como infiltrações e lâmpadas queimadas. Além disso, é preciso redimensionar a sala de passageiros para que tenha mais lugares.”
 
De acordo com a Infraero, tanto a construção da Resa quanto a retirada do talude são de responsabilidade do Governo do Estado, que está gerindo a obra, por meio da Secretaria de Estado da Infraestrutura. O órgão informou, ainda, que o contrato entre a Infraero e o Governo do Estado vence em 17 de janeiro do ano que vem, porém, há previsão de prorrogação.
 
Acesso ainda não está concluído
 
Outro problema existente, mas que não interfere na homologação do aeroporto, é a conclusão do acesso localizado na BR-116. De acordo com nota enviada pela assessoria de imprensa da Autopista Planalto Sul, concessionária responsável pela rodovia, no dia 6 de novembro ocorreu uma reunião com o Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) e a CCL Contrutora, empresa responsável pela obra, para tratar do assunto.
 
Na ocasião, a concessionária solicitou informações sobre revisão dos projetos de sinalização, drenagem e iluminação que, segundo a nota, “são essenciais para a continuidade dos serviços no local”.
 
Ainda segundo a assessoria, não foi formalizada uma data para o envio destas informações, porém, a celeridade no envio implica diretamente na continuidade das obras. A CCL informou que participou da reunião, contudo, como é a executora da obra, cabe ao Governo do Estado atender às solicitações feitas pela Autopista.
 
De acordo com o superintendente regional do Deinfra em Lages, Narciso Leal Narciso, para que a obra do acesso seja entregue de acordo com o projeto original, falta a conclusão do trevo e da sinalização. Todavia, a concessionária fez novas exigências. “A Autopista quer que o Estado seja responsável pela manutenção do acesso, o que é impossível, pois se trata de patrimônio do Governo Federal”, avalia.
 
Procurada, a Secretaria de Estado da Infraestrutura não se manifestou. Por nota, a assessoria da equipe de transição do governador eleito, Carlos Moisés, informou ter conhecimento do caso e que está “analisando a situação para criar um plano de ação”.
 
 
  Autor:   Abílio Schumitz





Capa |  Agro Negocio  |  Caderno Feminino  |  Coluna Débora Oliveira  |  Noticias  |  Tecnologia  |  Turismo
Busca em

  
152 Notícias