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JORNAL DE ITUPORANGA
Desde: 29/06/2013      Publicadas: 104      Atualização: 08/11/2018

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 Especial

  08/11/2018
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As 15 melhores cidades para se viver em Santa Catarina

A partir do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) listamos os municípios catarinenses mais bem avaliados

As 15 melhores cidades para se viver em Santa Catarina

Atendendo ao pedido de vários leitores que enviaram e-mails à redação, Jornal de Ituporanga publica mais um ranking com as cidades brasileiras que apresentam as melhores condições para se viver, segundo dados oficiais do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Dessa vez, a lista se refere aos 15 municípios de Santa Catarina mais bem avaliados.

A metodologia do índice foi adaptada do IDH Global pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pela Fundação João Pinheiro. No cálculo, foram usadas as informações dos últimos Censos Demográficos do IBGE.

Basicamente, são levados em conta três itens: vida longa e saudável (longevidade), acesso ao conhecimento (educação) e padrão de vida (renda). A partir dos cálculos de cada um desses fatores, se chega ao índice geral de IDHM, organizado no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, divulgado em 2017.

Veja abaixo as 15 cidades catarinenses com melhor índice de IDHM.

 

Avenida Beiramar (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Avenida Beiramar (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

1. Florianópolis

A capital de Santa Catarina aparece na primeira posição entre as cidades catarinenses com melhor IDHM, com um índice de 0,847. Uma das três capitais insulares do Brasil, Florianópolis é mundialmente conhecida pelas belas praias, que atraem turistas do mundo todo. Na economia, a capital catarinense se destaca no comércio e serviços, em boa parte impulsionados pelo turismo, produção de mariscos e atuação de empresas de tecnologia. A cidade também abriga a sede da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

 

 

Praia Central (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Praia Central (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

2. Balneário Camboriú

O segundo melhor índice de desenvolvimento humano das cidades de Santa Catarina pertence a Balneário Camboriú, com 0,845. Município da foz do Rio Itajaí com população de 125 mil habitantes, segundo dados do IBGE de 2014, a cidade chega a abrigar 1 milhão de pessoas durante a alta temporada. São milhares de turistas que buscam a cidade para desfrutar de suas praias. Assim como Florianópolis, Balneário Camboriú baseia sua economia na prestação de serviços e no comércio.

 

 

Catedral Santa Terezinha (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Catedral Santa Terezinha (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

3. Joaçaba

Em terceiro lugar, com IDHM de 0,827, está o município de Joaçaba. Localizada longe das praias, no Oeste catarinense, a cidade tem pouco mais de 28 mil habitantes e integra a região do Contestado, alvo de disputa entre Paraná e Santa Catarina no começo do século 20. Inicialmente, o nome da cidade era Cruzeiro e posteriormente mudou para Joaçaba, que em tupi tem significado parecido: “cruz”. Na economia, o município se destaca na indústria de equipamentos agrícolas e na produção agropecuária.

 

 

Pórtico de Joinville (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Pórtico de Joinville (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

 4. Joinville

Com 550 mil habitantes, Joinville é a cidade mais populosa de Santa Catarina. Localizada na região nordeste do estado, está em 21ª colocação entre as cidades brasileiras com melhor IDHM, com índice de 8,809. Conhecida como “cidade das flores”, o município organiza todos os anos a tradicional Festa das Flores, evento oficial do município há mais de 70 anos. Outro evento de destaque é o Festival de Dança, considerado um dos maiores do mundo. Em Joinville está localizada a única Escola do Teatro Bolshoi fora da Rússia, com 305 alunos do Brasil, Argentina, Colômbia, Holanda e Paraguai. Economicamente, Joinville é o terceiro maior polo industrial do sul do Brasil, abrigando diversas empresas, inclusive a Fundição Tupy, a maior do mundo em seu segmento.

 

 

Monumento em homenagem aos imigrantes açorianos (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Monumento em homenagem aos imigrantes açorianos (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

5. São José

Integrante da Região Metropolitana de Florianópolis, São José tem o mesmo índice de IDHM de Joinville, mas apresenta resultado ligeiramente menor em relação a itens específicos, como longevidade. Com 225 mil habitantes, o município está em 5º lugar no ranking da economia de Santa Catarina, principalmente graças às mais de 1.200 indústrias e os 6.300 estabelecimentos comerciais. A pesca artesanal, a maricultura, produção de cerâmica utilitária e a agropecuária completam o perfil econômico da cidade.

 

 

Pórtico (divulgação/Prefeitura de Rio Fortuna)
Pórtico (divulgação/Prefeitura de Rio Fortuna)

6. Rio Fortuna

A pequena Rio Fortuna, com 4.500 habitantes, a maioria vivendo na área rural, tem IDHM de 0,806, mesmo índice de Blumenau, mas aparece à frente por apresentar melhores resultados na avaliação de renda e escolaridade. Localizada ao pé da Serra Geral, a cidade é cercada por montanhas e vales, apresentando bom potencial ecoturístico. Na economia destaca-se pela produção de leite, de móveis e de madeira.

 

 

Oktoberfest (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Oktoberfest (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

7. Blumenau

A cidade da Oktoberfest brasileira tem população de 310 mil habitantes. Chamada de “pequena Alemanha”, Blumenau foi fundada por alemães em 1850. A influência germânica se mantém até hoje nos costumes, edificações e na principal festa da cidade, a Oktoberfest Blumenau, que no ano passado atraiu mais de 450 mil pessoas. Economicamente, além do turismo, a cidade destaca-se pela produção de têxteis, abrigando fabricantes de grandes marcas de roupas, metalurgia, mecânica e informática.

 

 

Portal Turístico Germânico (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Portal Turístico Germânico (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

8. Jaraguá do Sul

Com IDHM de 0,803, o município tem população de 160 mil habitantes e está entre os principais polos econômicos de Santa Catarina. Algumas das maiores empresas do Brasil nos setores metal-mecânico e de confecções tem sede na cidade. A festa tradicional mais popular é a Schützenfest (Festa do Atirador) organizada pela Associação de Clubes e Sociedades de Tiro do Vale do Itapocu e Fundação Cultural de Jaraguá do Sul. O evento resgata as tradições germânicas e oferece durante 10 dias apresentações musicais e folclóricas, competições de tiro, comidas típicas e desfiles.

 

 

Antiga Estação Ferroviária (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Antiga Estação Ferroviária (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

9. Rio do Sul

Principal município da região do Alto Vale do Itajaí, possui IDHM de 0,802 e população de 66 mil habitantes. Economicamente a cidade se destaca na área da indústria, principalmente nos setores metal-mecânico, eletrônico e confecções. Para manter as tradições germânicas, anualmente a cidade promove a Kegelfest – Festa Nacional do Bolão. Como é banhada por vários rios, Rio do Sul de tempos em tempos precisa lidar com os prejuízos causados pelas enchentes.

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 Com IDH de 0,801 e 24 mil habitantes, Ituporanga, a 163 quilômetros de Florianópolis, a“Capital Nacional da Cebola”, pode ser o sonho de muitas pessoas. Cidade pacata onde não existe muita violência e a população pode viver com qualidade. A maioria das pessoas se conhecem. Apesar de ser uma cidade centenária, Ituporanga tem espírito jovem. Cidade de colonização alemã, conserva um pouco das tradições do casal pioneiro o casal Mathias Gil Sens, sua esposa Katharina Gorges, filhos e parentes e amigos que os acompanhavam, que vieram para a região do Rio Abaixo (hoje Ituporanga) em 1912, de Santa Filomena (situada entre São Pedro de Alcântara e Angelina). Depois, outras etnias vieram para fazer desta terra um lugar bom para se viver.

A economia do município tem sua fonte principal na agricultura, que ocupa praticamente metade da população. A cebola é o principal produto, responsável pelo emprego e renda de milhares de agricultores familiares. É por esta cultura que a cidade ficou conhecida como “Capital Nacional da Cebola”. Além de abastecer 12% do mercado nacional, o município ainda exporta anualmente cerca de 2 mil toneladas de cebola para a Europa. É bom morar em Ituporangaporque é uma cidade onde há poucas diferenças entre os padrões. A cidade está em desenvolvimento e não temos tudo para ter uma melhor qualidade de vida, mas as faltas são supridas com o dinamismo e a vontade de seus habitantes.

 

 

Praça Dogello Goss (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Praça Dogello Goss (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

11. Concórdia

Com IDH de 0,800 e 72 mil habitantes, Concórdia, a 450 quilômetros de Florianópolis, é terceira maior cidade do oeste catarinense e lidera a produção nacional de suínos e aves. Não por acaso, ali nasceu a Sadia. A maior bacia leiteira de Santa Catarina e o Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves também estão em Concórdia. Em 2014, o município obteve o primeiro lugar estadual no índice Firjan de qualidade de vida, que leva em conta indicadores de educação, saúde, emprego e renda.

 

 

Margens do Rio Tubarão (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Margens do Rio Tubarão (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

12. Tubarão

Engana-se quem pensa que a cidade localizada no Sul catarinense deve seu nome ao peixe de dentes afiados e que causa medo em muita gente. Com 100 mil habitantes e IDHM de 0,796, Tubarão é chamada assim devido ao Rio Tubarão, que corta a cidade, e que em tupi-guarani era chamado de Tubá-Nharô (“pai feroz”). Em 1974 a cidade enfrentou uma grande enchente, mas conseguiu se recuperar. Hoje, destaca-se como um polo comercial da região. No turismo, atrai visitantes graças às estâncias termais e o passeio turístico ferroviário com locomotivas a vapor. É a cidade sede da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul).

 

 

Praia Central e Meia Praia (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Praia Central e Meia Praia (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

13. Itapema

Conhecida como “Capital dos Ultraleves” por causa do número de voos, Itapema é reconhecida pela boa infraestrutura que oferece aos visitantes de suas belas praias, cercadas por morros e vegetação. Com IDHM igual ao de Tubarão, só fica abaixo dela pelo desempenho menor em educação. A cidade foi colonizada por portugueses e até hoje mantém resquícios da cultura açoriana. Está entre as cidades catarinenses que mais recebe turistas e tem no setor a principal fonte de renda. Sua população estimada é de 45 mil habitantes.

 

 

Centro de Itajaí (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Centro de Itajaí (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

14. Itajaí

A sede do maior porto pesqueiro do país possui IDHM de 0,795. Localizada na foz do Rio Itajaí-Açu, a cidade foi colonizada inicialmente por portugueses, depois por alemães, e sempre teve uma forte ligação com a navegação. O Porto de Itajaí é o segundo maior porto brasileiro em movimentação de cargas em contêineres e o maior exportador de carnes congeladas do país. O município ainda abriga cerca de 50 empresas beneficiadoras de pescado. A frota de pesca conta com 500 barcos e responde por 20% da produção nacional. Em Itajaí também está localizada a maior universidade privada de Santa Catarina.

 

 

Fenarreco (foto: divulgação/Prefeitura de Brusque)
Fenarreco (foto: divulgação/Prefeitura de Brusque)

15. Brusque

Com 105 mil habitantes, Brusque tem o mesmo IDHM de Itajaí, mas é superada nos índices educacionais. Sua economia é baseada nos setores metal-mecânico, têxtil, comércio e serviços. Foi colonizada principalmente por germânicos, mas também recebeu outros povos, como irlandeses, britânicos, americanos, italianos e poloneses. A festa oficial do município é a Fenarreco – Festa Nacional do Marreco, realizada em outubro, e que conta com comidas típicas alemãs, apresentações folclóricas e musicais e feira com diversos produtos.

  Autor:   Abílio Schumitz





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